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Que férias! Ceará terra da Gente!!!

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sábado, 15 de maio de 2010

Menino de Rua


Lá vem o trem
Trás o menino
Que nada tem
Como destino.
Pela janela
Do trem da vida
Sente as seqüelas
Da dura lida.
Menino ainda
Botão em flor
Teu dia finda
Só sentes dor.
Quem nesse mundo
Fez seu roteiro
Errou bem fundo
Nesse atoleiro.
Tão impotente
Vês-te agora
Flor da Inocência
Vida que aflora.
Trás em teu rosto
Marcas da dor
Em tua alma
Só desamor.
Vai pelos cantos
Sem rumo certo
Mundo de prantos
Viver deserto.
Sol radiante
Raio de Luz!
Sou teu instante
Morri na Cruz.
Lá na morada
Velo tuas dores
Anjo alvorada
Menino em cores.
Enxugo as lágrimas
Dos teus olhinhos
Sou Jesus Cristo
Tambem Menino!
Goretti Albuquerque.








Lá vem o trem
Trás o menino
Que nada tem
Como destino.
Pela janela
Do trem da vida
Sente as seqüelas
Da dura lida.
Menino ainda
Botão em flor
Teu dia finda
Só sentes dor.
Quem nesse mundo
Fez seu roteiro
Errou bem fundo
Nesse atoleiro.
Tão impotente
Vês-te agora
Flor da Inocência
Vida que aflora.
Trás em teu rosto
Marcas da dor
Em tua alma
Só desamor.
Vai pelos cantos
Sem rumo certo
Mundo de prantos
Viver deserto.
Sol radiante
Raio de Luz!
Sou teu instante
Morri na Cruz.
Lá na morada
Velo tuas dores
Anjo alvorada
Menino em cores.
Enxugo as lágrimas
Dos teus olhinhos
Sou Jesus Cristo
Tambem Menino!
Goretti Albuquerque.










Lá vem o trem
Trás o menino
Que nada tem
Como destino.
Pela janela
Do trem da vida
Sente as seqüelas
Da dura lida.
Menino ainda
Botão em flor
Teu dia finda
Só sentes dor.
Quem nesse mundo
Fez seu roteiro
Errou bem fundo
Nesse atoleiro.
Tão impotente
Vês-te agora
Flor da Inocência
Vida que aflora.
Trás em teu rosto
Marcas da dor
Em tua alma
Só desamor.
Vai pelos cantos
Sem rumo certo
Mundo de prantos
Viver deserto.
Sol radiante
Raio de Luz!
Sou teu instante
Morri na Cruz.
Lá na morada
Velo tuas dores
Anjo alvorada
Menino em cores.
Enxugo as lágrimas
Dos teus olhinhos
Sou Jesus Cristo
Tambem Menino!
Goretti Albuquerque.

























Lá vem o trem
Trás o menino
Que nada tem
Como destino.
Pela janela
Do trem da vida
Sente as seqüelas
Da dura lida.
Menino ainda
Botão em flor
Teu dia finda
Só sentes dor.
Quem nesse mundo
Fez seu roteiro
Errou bem fundo
Nesse atoleiro.
Tão impotente
Vês-te agora
Flor da Inocência
Vida que aflora.
Trás em teu rosto
Marcas da dor
Em tua alma
Só desamor.
Vai pelos cantos
Sem rumo certo
Mundo de prantos
Viver deserto.
Sol radiante
Raio de Luz!
Sou teu instante
Morri na Cruz.
Lá na morada
Velo tuas dores
Anjo alvorada
Menino em cores.
Enxugo as lágrimas
Dos teus olhinhos
Sou Jesus Cristo
Tambem Menino!
Goretti Albuquerque.






“Flor da Inocência”



Lá vem o trem
Trás o menino
Que nada tem
Como destino.
Pela janela
Do trem da vida
Sente as seqüelas
Da dura lida.
Menino ainda
Botão em flor
Teu dia finda
Só sentes dor.
Quem nesse mundo
Fez seu roteiro
Errou bem fundo
Nesse atoleiro.
Tão impotente
Vês-te agora
Flor da Inocência
Vida que aflora.
Trás em teu rosto
Marcas da dor
Em tua alma
Só desamor.
Vai pelos cantos
Sem rumo certo
Mundo de prantos
Viver deserto.
Sol radiante
Raio de Luz!
Sou teu instante
Morri na Cruz.
Lá na morada
Velo tuas dores
Anjo alvorada
Menino em cores.
Enxugo as lágrimas
Dos teus olhinhos
Sou Jesus Cristo
Tambem Menino!
Goretti Albuquerque.

Um comentário:

  1. Parabéns! Parabéns! Muitos aplausos...Um texto maiúsculo, lindo,verdadeiro na dor que relata.
    Adorei vir por aqui. Já estou te seguindo.

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Piu Piu pra você!

Piu Piu pra você!