Gedtte

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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Pouco me importa...





Pouco me Importa...

Pergunta-me somente o que é racional
Que satisfaça a tua falsa moral;
Os meus “por quês” não tenho que te repassar
Do meu interior nada de mim ouvirás.
Nem toda alma tem o canal do amor,
Então não me investigues: Faça-me o favor.
Armazenado eu tenho um álbum de recordações
Por vezes cerrado, depende das situações
Esse conteúdo agora tomou rumo fora do teu esquema?
Pouco me importa dito meu próprio sistema.
Pensar, viver,dizer, sempre serão meu tema.
Jogo palavras rudes, junto tudo e retrato o meu dilema.
Sou bem sensível, dócil, irreverente
Nem tudo que escrevemos é coerente
Não facilito, tens que usar o seu consciente
Ouço, observo e não posso em tudo ser conivente.
Porque esse relato diferente é o meu “EU” pensante,
Tenho a dor dos malefícios da “Sociedade” degradante
Situação de caos exibidas na TV enoja-me de forma irritante
Leis que protegem os “Tais podem tudo” desprotegem o protestante
Quem protesta contra o óbvio é perseguido.
Em sã consciência reprimem seu grito inibido.
Viajo em busca de lugares excluídos
Das desigualdades do “Ser” tão desprovido,
De um olhar firme ou um sorriso compreendido.
Sou todos os pés trincados, os descamisados sofridos;
Sei que pouco posso fazer. Mas gritarei sempre pelos “nunca existidos”,
Vistos assim na visão doente e insensata dos mais “assistidos.
Enquanto isso em silêncio a massa sangra de dores, sem chance ao menos para exprimirem seus gemidos.

Goretti Albuquerque.

Goretti Albuquerque.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Hoje amanheci saudosa!





Queridos Amigos Blogueiros!
Me acostumei a estar juntinho de vocês todos os dias e agora que estou sem tempo... Lamento e sinto uma sadadonaaaaaaaaaa!
Quantos brilhantes preciosos conhecemos entre os espinhos por aqui na internet.
Gostaria de ler e receber a energia boa e cristalina que emana em cada palavrinha que recebemos de um amigo mesmo no virtual.
Sinto-me órfã que engraçado esse "sentir-me" sem vocês, amigos.
Quero deixar meu carinho sincero a cada um de vocês meus queridos.
Um beijo de luz em seu coração.
Goretti Albuquerque

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Ao despertar...




Um novo dia vem
Com ele a bela aurora,
Pássaros gorjeiam em um vai e vem
Meu coração pulsando se enamora.

Já nasce o sol...
Raios em brilho e doces lembranças,
Renasce a vida apontando o farol,
Qual direção culmina a esperança.

E a chuva cai...
Em brancas gotas, frias e transparentes
Regando a terra e semeando vai,
Banhando a fauna, flora e nascentes.

Sai pelo mundo...
Procurando a delicada flor
Que a mão do homem tragou em segundos,
Sem seu perfume ela (flor) despetalou.

O véu da noite...
Trouxe o luar e a terra iluminou;
Soprando a doce brisa como açoite,
Bela paisagem, o verde ornamentou.

E a lua branca...
Compôs do amor com tal suavidade
Tomou a forma de uma criança,
Falou do amor, da paz e da esperança.

Goretti Albuquerque

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Sentimentos Diversos






Quando é noite vêm os desencontros,
Sentimentos contrários diversos,
Sonhos ás vezes, dispersos,
E assim é a face nem sempre em encontros,

Se a vida é um riacho,
Onde passam as fontes,
Há um ser lá nos montes,
Onde a luz é a ponte, a saída que eu acho.

E a beleza é um fio de seda,
Onde o bicho teceu no casulo do amor;
É a brancura da lua em fulgor,
Vestimentas poéticas dizendo do amor com leveza.

Eu cresci vendo a banda passar;
Na janela eu não fui Carolina;
Em meus palcos eu vivo a girar,
Em um pliê de um viver sou a tal bailarina.

Fui transpondo as correntes e buscando um caminho,
E meu próprio andar por estradas eu fazia;
Meu viver e sonhar em escala eu tecia,
Continuo meu passo, meu rastro em um riso eu alinho.

Sim. No choro é possível ter cor.
É a expressão do amor, da dor e um alimento;
Toda lágrima vertida transporta emoção do amor,
Como é nobre o sorriso e o choro poético! É o seu sentimento.

Goretti Albuquerque

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Canto da Esperança




Cá dentro, existe um canto
De sonho e de esperança.
Mesmo meio a desencanto
Espero um dia por bonança.
Que da vida brote o manto
Não semeando a ganância
Preservando, o verde manto.

Ouço um cantar constante
Choro da Mãe Natureza!
O homem é o mandante
É o bicho em avareza
Quando se faz de errante
Transforma-se em vil Comandante
Destrói com maior frieza.

Geme a Floresta Nua
Sua copa é decepada
Enchente alaga as ruas
Nascentes desviadas
As árvores que eram tua
Tombam ajoelhadas
Oh! Causa Nua e Crua!

O Canto lá de dentro
Maculam os corações
Invadem a mata a dentro
Soluços em comoções
As rochas clamam ao tempo
Aplaquem as aflições;
Choram a brisa e o vento.

Os pássaros silenciam
Perderam os seus ninhos
Insetos anunciam
Roubaram-lhe os caminhos
Riachos que agonizam
Deixaram um pergaminho:
Homens! Mudem de “CAMINHO.”

Goretti Albuquerque

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Vai viver de Amores!




Olha em tua volta
Vês? Nem tudo é triste.
Viver em revolta,
Drena o bem que existe
E todo o mal persiste.

Sonda a alegria
Te junta às flores,
Canta tua magia,
Em tudo põe cores,
Vai viver de Amores!

Ama a branca lua
Sente os pés no chão;
Dança e sai à rua,
Esbanja emoção,
Sentindo as batidas, do teu Coração!

Beija aquela boca
Diz dos teus anseios;
Da ânsia tão louca,
Sonha em devaneios,
Vive sem rodeios.

Sente a doce brisa
Toca aquele moço,
Que de lá da missa,
Olha teu decote fica em alvoroço,
Entrega-te em volúpia! Sai do calabouço!

Goretti Albuquerque

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Na Cortina...




Na Cortina...



Pela fenda da branca cortina
Alguém observa com ar de mistério,
Era um vulto esguio virando a esquina.

Um estranho na esquina espiava a cortina
Parecia um rosto sisudo e austero,
E a mulher da cortina espiava a esquina.

E se o vulto da esquina adentrasse a cortina...
Qual seria o mistério do olhar entre a esquina e a cortina?
E se a mulher da cortina fosse à assassina?

Devagar a cortina vai aos poucos se abrindo
Já não mais há um vulto na esquina,
E o mistério persiste entre a esquina e a cortina.

Uma estrela ilumina a cortina e a esquina
E uma voz ressoando entoando entre os hemisférios,
E então, lá da esquina, um alguém a olhar pra cortina.

Duas almas viajam no manto da imaginação
Vivem juntos um sonho e o inverso acontece,
Sincronizam assim as batidas de dois corações.

Entre o sonho, a razão, a cortina e a esquina
Logo alguém a olhar para aquela cortina
E o vulto depressa se volta simula sua sorte, sua sina.

Bem ali permanece o mistério...
Da cortina alguém olha o vulto na esquina,
Que bem lento vem vindo e juntos fecharam a cortina.

Goretti Albuquerque

Benvindos ao meu kantinho!!!

Piu Piu pra você!

Piu Piu pra você!