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Que férias! Ceará terra da Gente!!!

Que férias! Ceará terra da Gente!!!

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Eu preciso falar!!! Quando dois mais quatro somam apenas “UM” Experimenta na boca a secura e o amargo sabor do fel. Um corpo sangrando com ossos moídos, tenta suportar. A alma maculada por tantos suplícios clama a Deus do Céu. Quando Álvares de Azevedo repassa sua dor, Não é covardia ou lamentação. È a valentia sábia e sem cor. Coloca seu luto e da tristeza faz seu sofrer transformar-se em seu reduto. Gesto de nobreza o Poeta em rimas, chocando ele fala. Quando bem distante lembrarei meus sonhos. Ainda que as críticas venham dizer de minhas rimas tristes e negativas, Não os recriminem, deixe-os. Ao menos eu falei da minha dor como eu sentia. Vomitei em versos brilhei na penumbra, fiz meu Universo. Quando nada mais me inspirava contei relatos em alegria. Canto o triste canto, silencio em pranto vivo à nostalgia. Se em minhas prosas dizem do avesso e te contagia, Faço um doce amargo, ouço meu gemido feito em melodia. Quando o véu da noite vier como a brisa, mas com ironia, Eu cobrirei à face enfrentarei, e avante segurei em meu disfarce. Uma auditoria não terá valia sem sua expressão. Chorando eu escrevo, declamo as batidas de meu coração. Existem poetas que apenas dizem do amor. Outros relatam pontos obscuros de uma grande dor. Mesmo desfolhadas pétalas de rosas lembram aquela flor. Eu digo de tudo, do mendigo ao príncipe, em forma de Amor. Maria Goreti Albuquerque.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Melancolia.
Sem que eu pedisse, ela veio. Sufocou-me à vida rasgando em feridas... Ela veio aguçada e colada, E se fez a mais cruel companheira Melancolia Ela veio sorrateira invadindo, Meus passos, meus rastros. Sem que eu a desejasse, ela veio. Corroendo e sugando como um calafrio. Ela veio lenta e contínua, Tragando meus sonhos, levando meus dias a fio. Sem que eu permitisse, ela veio. Arremessando um peito sonhador, deixando no vazio. Ela veio retratando, Um viver tardio de horas alegres tão raras. E foi registrando as marcas, ela veio. Fez-me esquecer do riso, afundou Minh’alma tão fria. Ela veio inconseqüente, Torturando e marcando a escala maior. Demarcando à tristeza sem par, ela veio. Dilacerando a vida e tentativa de um aprendiz. Ela veio sem misericórdia, Marcando a folhinha sem falhar um dia. Supliquei distância da tal sintonia; mas, ela veio. Versar em dilema, tendo em companhia à “Melancolia”. Maria Goretti Albuquerque.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Maria Eduarda (neta)

Maria Eduarda (neta) Uma luz vem surgindo da Constelação De um brilhar tão cândido, trás amor intenso em seu coração.. No ventre ainda, recebe afagos e admiração Teu sorriso oculto é a mais doce espera de superação. Maria Eduarda Princesinha amada, Venha com harmonia trazendo alegria. Estrelinha da inocência, de encanto e meiguice tão esperada. Teus pais ansiosos contando os segundos o peito extasia. Entre tantas formas de ultracenografias Vimos-te em imagens desfocadas e belas. Formada estás a caminho de abraços, carinho e magia. Tens por sobrenome pétala de “Rosa” branquinha e singela. Mais um mês de espera e você calminha. Irradia vida, chuta à mãe com graça diz do seu anseio. Que seus dias sejam como os de uma águia voando em gorjeio, Mãozinhas socando, pezinhos chutando é o seu bailado linda princesinha. Venha Cometinha, trazendo alegria e sabedoria. Está próximo à hora, Deus mandou o Arcanjo guardar teu caminho. Mostra teu sorriso, chora e faz beicinho pra nossa alegria. E em uma prece nós te consagramos, querido Anjinho! Vidinha tão bela e tão desejada! O Rhaví te espera Príncipe primeiro. Vão viver no amor em doce alvorada, Juntos crescerão nos passos de Deus, o Pai verdadeiro. Homenagem à chegada de Maria Eduarda, da vovó Goretti.

A Bisneta Antonia (homenagem)

A Bisneta Antonia (homenagem) Antonia menina, flor que desabrocha, Antonia a bisneta de “Antonia a Rocha”. Antonia a linhagem de um fragmento exuberante. Cristal em brilhante pedaço de vida de “Antonia” o mirante. Trás luz para nosso alento, pedra de grande valia. Sendo, pois vertente da “Bisa Guerreira, Dona Valentia”. Sinto a alegria e o acalanto, Ao escrever “Antonia” que suave nome! Sua bisneta Antonia, trazendo tua força e o teu encanto. Mamãe eu chorei por tanta emoção e por lealdade, Homenagem Postumans de seu filho Orestes diz da santidade. Santidade é riso jorrando aos rebentos, disfarçando a dor. Não há heresia comparar-te assim, Anjo Querubim; Rocha em Valentia, viver de ousadia com Sabedoria. Mamãe flor do campo o nosso aconchego o nosso recanto. Sufocando o pranto deixo-te esses versos em forma de um Canto. Um perfume raro invadiu-me a mente e meu coração. Quando uma vidinha, botãozinho ainda fez continuação. E a bisneta Antonia veio da vertente ditando a canção. Vem à pequenina com luz matutina arraigada em Glória. Benvinda Antonia! Remonte os mosaicos da nossa História. Deus com maestria mostra o bom caminho. Que a nossa Antonia seja luz ao mundo. Entoamos hinos ao tocar dos sinos. Mãe Antonia ora pelos seus meninos, E a bisneta Antonia trás seus pergaminhos. Antonia semente do Amor nossa mãe tão querida. Teu sofrer, teu viver foi o nosso aprender. Irradias luz lá junto a Jesus. Pedimos somente que a pequena Antonia Trilhe teus caminhos; em forças, virtudes e atitudes. Homenagem da tia avó Goretti Albuquerque.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Um ano se passou Papai. (in memoriam) Saudade com tristeza Pra os filhos teus deixou. E às prosas de um Poeta, Em versos transbordou. De inteligência rara Olhar negro e sereno. Sempre com passos lentos, Foi grande o ser pequeno. DEU ASAS AO SEU INTENTO, Mudou sua história. Um sábio em seu invento, Brilhou, deixou memória. Sua cadeira ainda balança A doce brisa dos cajueiros trazem tua imagem. Farfalham suas folhas e dizem da esperança, De um Senhor que mostrou ao jovem à troca da roupagem. Esteja em paz com Deus, bom jardineiro. Que às suas“Rosas” mãe, filha e bisneta seguem. De flores lindas floriu seu canteiro Encontre paz e na luz do Pai prossegue. Zeca Muniz daqui por ti oramos Temos a certeza do dever cumprido. Diz pra mamãe que nós a debutamos, (15 anos de sua ida ao Pai) Com alvas vestes e o bailado dorido. Qual dois Cometas juntos no infinito Comungam juntos de uma paz eterna. Nós os teus filhos entoamos em um coral bonito, Na dor suave de uma paz fraterna. 02/07/2012 Da filha Gorertti Albuquerque

Benvindos ao meu kantinho!!!

Piu Piu pra você!

Piu Piu pra você!