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Que férias! Ceará terra da Gente!!!

Que férias! Ceará terra da Gente!!!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Ao despertar...




Um novo dia vem
Com ele a bela aurora,
Pássaros gorjeiam em um vai e vem
Meu coração pulsando se enamora.

Já nasce o sol...
Raios em brilho e doces lembranças,
Renasce a vida apontando o farol,
Qual direção culmina a esperança.

E a chuva cai...
Em brancas gotas, frias e transparentes
Regando a terra e semeando vai,
Banhando a fauna, flora e nascentes.

Sai pelo mundo...
Procurando a delicada flor
Que a mão do homem tragou em segundos,
Sem seu perfume ela (flor) despetalou.

O véu da noite...
Trouxe o luar e a terra iluminou;
Soprando a doce brisa como açoite,
Bela paisagem, o verde ornamentou.

E a lua branca...
Compôs do amor com tal suavidade
Tomou a forma de uma criança,
Falou do amor, da paz e da esperança.

Goretti Albuquerque

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Sentimentos Diversos






Quando é noite vêm os desencontros,
Sentimentos contrários diversos,
Sonhos ás vezes, dispersos,
E assim é a face nem sempre em encontros,

Se a vida é um riacho,
Onde passam as fontes,
Há um ser lá nos montes,
Onde a luz é a ponte, a saída que eu acho.

E a beleza é um fio de seda,
Onde o bicho teceu no casulo do amor;
É a brancura da lua em fulgor,
Vestimentas poéticas dizendo do amor com leveza.

Eu cresci vendo a banda passar;
Na janela eu não fui Carolina;
Em meus palcos eu vivo a girar,
Em um pliê de um viver sou a tal bailarina.

Fui transpondo as correntes e buscando um caminho,
E meu próprio andar por estradas eu fazia;
Meu viver e sonhar em escala eu tecia,
Continuo meu passo, meu rastro em um riso eu alinho.

Sim. No choro é possível ter cor.
É a expressão do amor, da dor e um alimento;
Toda lágrima vertida transporta emoção do amor,
Como é nobre o sorriso e o choro poético! É o seu sentimento.

Goretti Albuquerque

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Canto da Esperança




Cá dentro, existe um canto
De sonho e de esperança.
Mesmo meio a desencanto
Espero um dia por bonança.
Que da vida brote o manto
Não semeando a ganância
Preservando, o verde manto.

Ouço um cantar constante
Choro da Mãe Natureza!
O homem é o mandante
É o bicho em avareza
Quando se faz de errante
Transforma-se em vil Comandante
Destrói com maior frieza.

Geme a Floresta Nua
Sua copa é decepada
Enchente alaga as ruas
Nascentes desviadas
As árvores que eram tua
Tombam ajoelhadas
Oh! Causa Nua e Crua!

O Canto lá de dentro
Maculam os corações
Invadem a mata a dentro
Soluços em comoções
As rochas clamam ao tempo
Aplaquem as aflições;
Choram a brisa e o vento.

Os pássaros silenciam
Perderam os seus ninhos
Insetos anunciam
Roubaram-lhe os caminhos
Riachos que agonizam
Deixaram um pergaminho:
Homens! Mudem de “CAMINHO.”

Goretti Albuquerque

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Vai viver de Amores!




Olha em tua volta
Vês? Nem tudo é triste.
Viver em revolta,
Drena o bem que existe
E todo o mal persiste.

Sonda a alegria
Te junta às flores,
Canta tua magia,
Em tudo põe cores,
Vai viver de Amores!

Ama a branca lua
Sente os pés no chão;
Dança e sai à rua,
Esbanja emoção,
Sentindo as batidas, do teu Coração!

Beija aquela boca
Diz dos teus anseios;
Da ânsia tão louca,
Sonha em devaneios,
Vive sem rodeios.

Sente a doce brisa
Toca aquele moço,
Que de lá da missa,
Olha teu decote fica em alvoroço,
Entrega-te em volúpia! Sai do calabouço!

Goretti Albuquerque

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Na Cortina...




Na Cortina...



Pela fenda da branca cortina
Alguém observa com ar de mistério,
Era um vulto esguio virando a esquina.

Um estranho na esquina espiava a cortina
Parecia um rosto sisudo e austero,
E a mulher da cortina espiava a esquina.

E se o vulto da esquina adentrasse a cortina...
Qual seria o mistério do olhar entre a esquina e a cortina?
E se a mulher da cortina fosse à assassina?

Devagar a cortina vai aos poucos se abrindo
Já não mais há um vulto na esquina,
E o mistério persiste entre a esquina e a cortina.

Uma estrela ilumina a cortina e a esquina
E uma voz ressoando entoando entre os hemisférios,
E então, lá da esquina, um alguém a olhar pra cortina.

Duas almas viajam no manto da imaginação
Vivem juntos um sonho e o inverso acontece,
Sincronizam assim as batidas de dois corações.

Entre o sonho, a razão, a cortina e a esquina
Logo alguém a olhar para aquela cortina
E o vulto depressa se volta simula sua sorte, sua sina.

Bem ali permanece o mistério...
Da cortina alguém olha o vulto na esquina,
Que bem lento vem vindo e juntos fecharam a cortina.

Goretti Albuquerque

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Retratos... retratam




Todo azul do infinito em meus sonhos guardei,
Quando vi teu sorriso maroto eu chorei.
Feito louca criança eu te amei,
E em teus braços seguros, eu sonhei.

Vendo aquela parede manchada
Pelo vento e o tempo embaçada;
Vendo o brilho da lua encantada,
E eu querendo ser tua amada.

Na entrada da sala os retratos
Eram formas de vidas, contadas;
Meu desejo entre o sonho e a fachada,
Percebi pela vida, já foram contados.

Bem no fundo do peito o cheiro do amado
A brincar com a dor entre a causa e o efeito;
Rachaduras imensas mostrando os defeitos,
De uma vida vazia dizendo em tudo; eu aceito.


Não se quer uma vida sem planos
Nem se vive apenas de enganos;
É comum o sofrer entre os seres humanos,
Nos doamos enquanto, a nós anulamos.

Goretti Albuquerque

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Desejos quase...




Quando me tocastes
Com tanta candura
Foi como buscar-te
Em um sonho a parte
De imensa ternura.

Quando me beijastes
Com afagos mil
Meu corpo a falar-te
Percebe o encarte
De um amor febril.

Quando quase é nada
Perto dos desejos
Da pessoa amada
Das bocas molhadas
De jovens mancebos.

Quando na volúpia
Eu disser que não.
Ame a revelia
Feito uma enguia
Tira-me o chão.

Quando em meus braços
Transformado em anjo
Cerca-me com laços
Mata-me em abraços
Seduz-me em um canto.

Quando quase mortos
De um feliz cansaço
O amor de dois corpos
Incendeiam aos poucos
Suspiros aos pedaços.

Quando tua miragem
Suga minha mente
Na louca viagem
Buscando a drenagem
De te amar, somente.

Goretti Albuquerque

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Sinto sua ausência




Madrugada amiga acaricia minh'alma
Sonda meus delírios, meus áis e me acalma;
Andei tão sozinha morri de saudades
Vi passar em minutos, sonhos e maldades.
Mas, meu coração apaixonado te espera
Ainda que seja em outra vida, em outra esfera.

Morri tantas vezes por ver-te calado...
A vida sugava-me as forças sem ter-te ao meu lado.
Um coração que ama não compreende o que é mal,
Mesmo em distância meu amor por ti, é fatal.
Volta meu anjo, não compreendo qual foi o motivo
Não sei viver se não estou contigo.

È final de noite sinto sua ausência
Em meus lençóis ficou a sua essência
Por onde andas? Alguém te viu chorar...
Não faz assim querido, venhas me amar.
Esquece as falas, pessoas tiranas
Regressa amado, esquece os desenganos.

Sempre vencemos nossos vendavais
Com inocência e desejos mortais,
Choramos juntos no prazer divino
Não fugiremos ao nosso destino.
Sou tua Diva a amante brejeira
Juntos pra sempre pela vida inteira.

Goretti Albuquerque.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Retrato as Mágoas... Vivo as paixões!!!




Autor(a) Goretti Albuquerque.


Retrato as Mágoas... Vivo as paixões!

Não me interpretes...
É complicado;
Nem te compete,
Fique calado.
Qual solitária
Falo queixumes
Maneira hilária
Fora os “costumes!”
Sou debochada
Riso em desdém
Vou de flechada
Acerto alguém.
Saio de cena
Faço um poema,
Sem conteúdo
Nele o “Diz Tudo!”
Retrato mágoas
Vivo paixões
Ao som das águas
Crio canções.
Sou desvairada
Mas, pé no chão
Apaixonada.
Fora a “Razão!”

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Sofreguidão. Poema em oração!




Assim como as batidas do meu coração
De forma tal é agitado o meu viver.
Mas, sempre inspirada por uma canção,
Sorrindo eu vou buscar o meu prazer.

Quando em angústias deito-me a pensar
Contorço a alma e o coração ferido
Talvez com calma eu possa imaginar
Porque não tenho o meu amor querido.

Já de manhã pergunto ao próprio vento
Se por aí ele viu meu amor
Voando rumo a um coração sedento,
Na sintonia desse peito em dor.

O sol radiante afaga minha testa
Por um momento eu volto a sonhar
Teu riso largo, aurora, doce aresta,
Divino amor, lembrança de um olhar.

E a brisa sopra doce e sensível
Trazem teu cheiro, a imagem de um passado.
Tento aplacar no peito o impossível,
Para enfeitar esse viver traçado.

Minhas lembranças de uma vida inteira
Guardo na alma com tanto desvelo.
São jóias raras a minha maneira,
De um coração marcado com teu selo.

Músicas tão belas fazem a diferença
De um mundo mal que eu tenho que esquecer
Poemas, filmes sem raça ou crença,
São pérolas raras para meu viver.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Pela Luz dos "Olhos Teus" (meus Amigos Blogueiros)




Amigos são luzeiros que nos fortalecem na dor, e nos encantam com palavras de alegria, carinho e de amor.
Gostaria de agradecer e de poder abraçar a cada um de vocês meus queridos amigos. Obrigada mesmo do fundo dos olhos de minha alma.
Meu papai está um pouquinho melhor e estou de volta aos meus afazeres, graças a Deus e a vocês que me deixaram orações e palavras de fé, amor,e de esperança.

Beijos carinhosos e um brinde com água de coco do meu lindo e cheiroso Ceará.
Goretti Albuquerque

Benvindos ao meu kantinho!!!

Piu Piu pra você!

Piu Piu pra você!